sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Vivo a paz sem esperança dos que já não se importam. Só sorrio por necessidade. E já não chamo isso de mal, mas de condição: é assim que, hoje, sei sobreviver.

De todas as maneiras que há, essa é a que tenho agora, a que me sobrou.


(Mateus Borba)

3 comentários:

  1. Nesse momento, o Amor deixou de ser um meio. Hoje, só o que resultou da sua ausência se mostra como possibilidade.

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